domingo, 16 de janeiro de 2011

Cotidiano

Todo dia eu acordo com saudades, pai. Daí, lembro do teu jeitinho teimoso, que tenho igual; depois do balançar de ombros, que também puxei; das brigas por divergências de opinião e do gosto pela boemia. Bá, nunca houve uma filha tão parecida... E pai, agora sei que gosto do cotidiano também - e de, às vezes, quebrar as regras.