quarta-feira, 6 de abril de 2011

Quase um ano...

Pai, tenho sonhado contigo desde que começou o mês. E tu tem estado tão lindo neles... Talvez seja sinal que esteja bem, aonde for que esteja. E me ajudando espiritualmente. O bom é que essa impressão me faz acordar feliz, embora saudosa.

Estamos rumo a primeira data marcante das nossas vidas aqui em casa e da tua pós vida: o ano um! No dia 17 de abril tu, surpreendentemente, foi embora e nos deixou sem chão. Depois desse choque, acredito que agora estejamos bem. Eu, ao menos, já não me culpo mais. E penso que a mamãe também.

Um ano pai... E mesmo assim, às vezes, ainda não acredito que tu não estás mais entre nós. Seguir a vida depois que tu partir foi automático, mas se acostumar com tua ausência não. Ainda não meu velho...