domingo, 26 de fevereiro de 2012

Uma nova estrela

A perda é triste meu velho. Eu bem sei disso. E desde ontem mais uma estrela brilha no céu. Desde ontem, há menos um sorriso aqui na terra, entre aqueles que conviviam e amavam a tua cunhada, Paiaço: a Sara Maria.
Mais uma vez eu comprovei que, por mais que saibamos da fragilidade na saúde de nossos amados, a partida é difícil. Perceber que a gente nunca mais verá a quem nos ama, a quem amamos, é avassalador. Que, a partir de agora, só as boas lembranças nos restam... É quase que migalhas ao nosso coração machucado.
O que peço meu pai é que os filhos da tia, teus sobrinhos que tanto te faziam companhia, confidências, a quem tanto orientava; aqueles que te consideravam como um pai, recebam o conforto que mereçam. Que não demorem a perceber que a dor não nos faz bem, que a culpa tem que virar perdão quando preciso. E que sejam perdoados.
Eu só quero luz para quem fica e luz para quem desencarna. E harmonia no lar, como reina na minha casa e nos corações dos meus. Ponto!