sábado, 28 de abril de 2012

730 dias

A gente sempre pensa que está preparado para alguma situação marcante, que um dia ajamos de passar. Mas não! Somos pegos com as “calças nas mãos”. Foi assim comigo quando tu se foste, meu velho. E dia 17 último marcou dois anos de sua ausência. E continua tão difícil...
Nunca pensei que fosse admitir, mas, não sei ainda o que será de nós. Mesmo depois de 730 dias, esse bordão que manifestava de vez em quando continua martelando em minha cabeça: “O que será de vocês quando eu partir...”
A única certeza em resposta a esse momento se resume em uma palavra, até então: Saudade! Saudade...